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Camila Pereira Da Silva estava em um possível surto ps!cot!co, armada com uma f4c4 e morreu com um t1ro disparado pelo soldado André Maximo da PM, na tarde de quinta-feira (15).
Segundo a defesa, o policial cumpriu os procedimentos operacionais da corporação. Moradora de Rochdale, em Osasco, na Grande São Paulo, Camila trabalhava vendendo saladas de frutas para sustentar a família.
Mãe solo, ela buscava garantir o sustento das duas filhas por meio do próprio trabalho. O policial que foi preso após a ocorrência. No entanto, nesta sexta-feira (16), a Justiça concedeu liberdade provisória ao agente, mediante medidas cautelares, entre elas a suspensão das atividades operacionais pelo período de um ano, conforme as informações divulgadas.
A morte de Camila está sendo investigada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e pela Corregedoria da Polícia Militar, que apuram as circunstâncias do ocorrido.
A história de Camila chama a atenção para a vida interrompida de uma mulher que trabalhava para criar as filhas e para a situação de duas adolescentes que agora enfrentam a perda da mãe. As investigações deverão esclarecer como aconteceu a ocorrência e as responsabilidades envolvidas.
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Por: Notícias e Poscast da Elly (Instagram)

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