Mulher prestava depoimento em ação criminal pedindo interdição de bens da ex-patroa, em maio de 2024. Magistrado pediu investigação por falso testemunho, mas caso acabou arquivado/Reprodução
O juiz de direito Cristiano Cesar Ceolin, da 1ª Vara de Mairiporã, na Grande São Paulo, repreendeu uma testemunha após confundir uma deformidade facial com uma risada durante audiência. “Tá dando risada por quê? Tem alguma coisa de engraçado acontecendo por aqui? A senhora está achando graça de alguma coisa?”, questionou o magistrado logo depois de confirmar que a mulher o ouvia.

















