Pesquisa feita dentro de casas mostra que objetos pessoais despertam memórias de formas diferentes, e estudos ligam essas lembranças à forma como a pessoa se enxerga/Imagem ilustrativa criada por inteligência artificial
O ímã de geladeira da viagem a Cabo Frio/RJ, o da festa de 15 anos da sobrinha, o que as crianças trouxeram da excursão da escola: cada um ocupa pouco espaço, mas pode guardar muita história. A psicologia da memória mostra que objetos pessoais à vista funcionam como gatilhos de lembrança. Essas recordações, puxadas a toda hora na rotina, entram na conta de quem a gente acha que é, num processo que os pesquisadores ligam à identidade pessoal.












