Reprodução
O celular toca e, na tela, aparece o número de um banco, de um advogado, de uma empresa ou até de um órgão público. Ao atender, a pessoa ouve uma história aparentemente legítima, muitas vezes acompanhada de informações verdadeiras sobre sua vida, uma conta, um processo ou uma negociação. Quando percebe, surge o pedido de dinheiro — geralmente por Pix.

















