O pai do policial civil Yago Gomes Pereira, morto a tiros dentro de uma viatura na madrugada desta quarta-feira (20), contestou a versão de que o suspeito teria sofrido um surto e afirmou que o filho “foi executado por um colega de forma perversa e desumana”.
Para Pedro Pereira, o crime tem características de execução porque o suspeito deu um tiro à queima-roupa na cabeça de Yago.
"Para matar meu filho, que estava dirigindo a viatura no momento do crime, o assassino encostou a arma na cabeça do Yago e disparou. Isso não é um crime aleatório, não me parece um surto, mas, sim, uma execução", denunciou Pedro Pereira.
Yago Gomes tinha 33 anos e era natural de Sergipe. Além dele, o agente Denivaldo Jardel, de 47 anos, também foi assassinado. O principal suspeito do crime é Gildate Góes que também é policial civil e integrante da mesma guarnição das vítimas.
Em entrevista à TV Asa Branca Alagoas, o pai de Yago cobrou justiça e lamentou a morte do filho. Ele se apresentou como policial judiciário de Sergipe e afirmou que Yago dirigia a viatura no momento em que foi atingido.
“Sou policial há muito tempo. Sei como alguém atira quando quer matar. Meu filho estava ao volante. A pessoa, perversamente, quis executá-lo. Ele [Gildate] é um policial antigo. Ninguém sabe qual o problema dele, mas descontar nos colegas de trabalho?”, desabafou Pedro Pereira, pai de Yago.
O que diz o tio? - O delegado da Polícia Civil de Sergipe, Luciano Cardoso, tio do agente Yago Gomes Pereira, afirmou durante entrevista ao programa Fique Alerta Alagoas, da TV Pajuçara, acreditar que o sobrinho foi executado pelo próprio colega de trabalho durante o caso que resultou na morte de dois agentes da Polícia Civil, na madrugada desta quarta-feira (20), em Delmiro Gouveia.
Além de cobrar justiça, ele também citou supostos episódios anteriores envolvendo o suspeito, informações que ainda não foram confirmadas oficialmente.
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Por: G1 e Editora Guia Mais

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