26 SUSPEITOS DE ROUBOS A BANCOS MORREM DURANTE TROCA DE TIROS COM A POLÍCIA EM VARGINHA/MG; CONDUTA DOS POLICIAIS SERÁ INVESTIGADA (GN - POLÍCIA)

Polícia Militar MG


Uma operação conjunta entre Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) resultou na morte de 26 suspeitos de roubos a bancos neste domingo (31) em Varginha (MG). De acordo com a PM, os suspeitos eram especialistas neste tipo de crime. Granadas, fuzis e coletes à prova de bala foram apreendidos.



Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os confrontos com os criminosos ocorreram em duas abordagens diferentes. Na primeira, os suspeitos atacaram as equipes da PRF e da PM, sendo que 18 criminosos morreram no local. 

CONDUTA INVESTIGADA - A Polícia Militar de Minas Gerais divulgou, nesta segunda-feira (1°/11), que foi instaurado um inquérito para avaliar a conduta dos policiais que mataram 26 pessoas durante confronto em Varginha (MG), no domingo (31/10). De acordo com a PM, o Comando de Policiamento Especializado vai verificar as circunstâncias do caso.

Todos os mortos são suspeitos de integrar uma quadrilha que pratica crimes na modalidade do chamado “Novo Cangaço”. A operação foi realizada em conjunto pela Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com as corporações, o suposto grupo criminoso foi emboscado em duas chácaras. Na primeira, o tiroteio culminou em 18 óbitos, nenhum deles entre policiais. Em outro local, mais 7 suspeitos foram mortos.

A origem da operação conjunta se deu por meio de levantamento feito pela PRF.

A quadrilha era investigada por roubo a bancos e, após o primeiro confronto, houve apreensão de 10 fuzis, munições, coletes à prova de bala e 10 veículos roubados. Depois da segunda troca de tiros, outras 3 armas calibre ponto 50 e granadas foram recuperadas pelas forças policiais.

A Polícia Militar de Varginha declarou que os suspeitos alugaram um sítio na cidade para ficarem perto do Batalhão da PM e assim realizarem a ação.

ALMG apura o caso

A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais anunciou nesta segunda que também investigará o caso.

G1 e Metropoles

 

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