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Superando em 1,54 milhão de vagas formais, as demissões superaram as contratações durante todo o ano passado, segundo dados do Ministério do Trabalho. O resultado é o pior em 24 anos, desde quando teve início a contabilização dos empregos formais pelo governo em 1992.
O educador financeiro do SPC Brasil José Vignoli dá a dica: “Caso não tenha feito uma reserva financeira ao longo do tempo antes de ser demitido, a pessoa corre o risco de abusar dos cartões de crédito e de empréstimos, caindo, assim, em uma grande bola de neve de dívidas”, afinal com a economia em crise, recomenda-se que todos tomem precauções contra um possível desemprego.
Vignoli alerta ainda para quem perdeu o emprego: “Com o dinheiro que a pessoa receber na demissão, seja de férias ou FGTS, ela pode quitar dívidas que eventualmente já tenha, evitando o prolongamento das temidas taxas de juros, que podem ultrapassar os 400% ao ano”.
Fonte: MSN

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